Nos entremeios da saudade, retalhos de esperanças aparecem como que bordadas em finos tecidos de algodão.

Nas rendas costuradas, espalham-se delicados pontos, feitos pelas mãos habilidosas da artesã.

Tudo resplandece em beleza, delicadeza, suavidade, como a aurora que radiante salta aos olhos, modulando o vento suave que volata aqui e acolá.

Quando pelas árvores enroscam-se os galhos das trepadeiras com flores vermelhas, quanta pureza nesse enredamento e como que timidamente, ressurgem mais acima, na busca pelos raios do Sol.

Nas orquídeas amarelas com sardas nas pétalas, são como chuvas de ouro que debruçam-se na beira do vaso que as abriga.

Na busca dos olhares de um amor, sons de violinos ouvem-se, assim, como a certeza que a rocha imitou a natureza no copiar o verde das esmeraldas!

Somente em ti, amor mais puro de todos nós, abrigo da felicidade, contemplo a sonolência de todo entardecer como a dizer, adormece.

Na grandeza dos afetos que dizer da ternura que existe no apertar das mãos, da beleza dos sorrisos e da tranquilidade d’alma.

Que estrondem os canhões da paz no mundo conturbado mas, que se ouçam a maviosidade dos violinos na divisa promanada dos limites entre o céu e a Terra, como um imenso ato de amor!


 

 


 


 

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Fale com a autora:  lyzcorrea@hotmail.com


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