Pela janela da sala de jantar

Respiro o ar puro que vem da mata

À minha frente, toda verde

Com flores pequeninas no arvoredo

 

Imagino os ninhos de passarinhos

Ali trançados graveto por graveto

Tento crer que os raios do Sol

E os galhos protegerão filhotinhos

 

Nas doçuras e encantamentos

No desfraldar bandeiras

Em prol da vida só resta

Entoar hinos das conquistas

 

Quando da derrota de um pedido

não atendido, resta contemplar para dentro de si

e perguntar... no que falhei

em ter dignidade, anseios e indignações?

 

Agora naquele jequitibá

Retorna depois de cumprir sua missão

Aquela ave branca, despontou na aurora venturosa

E no entardecer pode descerrar seus olhos cansados

 

Agora sucedem-se aquelas cerimônias

Os festejos de mais um dia terminado

E nas galerias do arvoredo como templos

Aqueles que alvoroçados veem, adormecem

 

Pulsam neste momento coraçõezinhos

Há ternuras e não mais amarguras

Que não tombem anjos alados

Que não se percam pelos céus

 

Nessa hora extrema vejo irradiações

Sublimes são as almas livres

E que na transfiguração da eternidade

Que caiam bênçãos sobre mim!!!

 

 

 

 

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Fale com a autora:  lyzcorrea@hotmail.com


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