Olhando para um céu todo azul

Onde passam nuvens saltitantes

Muito brancas e fofas

Venho escrever

 

Recordo de tantos e tantos momentos

Onde encontrava-me comigo mesma

E os pensamentos diluíam-se

Pouco a pouco

 

Olhando para o céu imaginava

Serem os passarinhos privilegiados

Em terem todo aquele espaço

Só para si

 

Por que apenas eles teriam asas

Para intercalarem-se

Entre o céu e a terra

Como únicos todo poderosos?

 

Olhando para o céu

Trago até mim

Fragmentos de ilusões

E tantas decepções

 

Numa noite reveladora

Onde não havia calma nem paz

Todas as estrelas olharam para mim

E tão serenas e azuis estavam

Que alojaram-se em mim

 

Como aquele navio que singra

Os mares revoltos

Nenhum desafio mais existe

Estou só em meus pensamentos

 

Como pobre tripulante

Parto no frágil escaler

Enfrentando a impetuosidade

Das vagas da vida

 

Sem naufragar, as máscaras

Dos tripulantes vão caindo

E o que sobram são

A perfídia e insânia

 

Olhando para o céu tão belo

Profundo com seus mistérios

O contemplo como um pavilhão sagrado

E na última inspiração sublime

Bendigo as luzes que dele veem até mim!

 

 

 

 

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Fale com a autora:  lyzcorrea@hotmail.com


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