Pare só um pouquinho e observe o amanhecer e o entardecer!

Parece haver meditação no crepúsculo e na resplandecência no clarear.

Em dias nostálgicos, o dom daquele solitário em isolar-se do mundo, e o sonoro pio da ave não perdem a musicalidade nem nos deixam afastados da mágica emoção!

No peito afloram não os amargores que podem existir na alma, mas pactos para a vida.

Nas cicatrizes da vingança ou do afrontamento, que se levem para outros rumos sentimentos assim, pois as caminhadas teem sempre um retorno, uma volta.

Nos majestosos gestos do perdão, há sempre o palpitar dos corações.

Na evocação olhando para um pedacinho do céu, quanto salpicar de luzes douradas e prateadas, que majestoso desdobramento do manto azul.

Não se pode macular botões em flor, nem o perfume que deles exala.

Aquele conto alcandorado de histórias e destinos, revelam instantes de suavidades porque nas evocações se contemplam também arrebóis de hortênsias, teclas ocultas e cordas sonoras dos violões vibram.

Seria como o cascatear das águas que permitem chegar-se à graça das crianças, à bondade dos idosos.

Pare mais uns instantes. Ajoelhe-se ante aquele dourado por do Sol

No infinito e sublime amor da sua vida, não negue um derradeiro olhar, porque em tudo há poesia e a suave musicalidade de uma valsa de Chopin!

 

 

 

 

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