O encontro cada vez que vejo uma nuvem branca passar, bailando suavemente pelo espaço.

E nesse encontro, com emoções, aquela lágrima rola teimosamente pela face.

É um sentimento tão suave quanto o vôo das gaivotas.

Tudo passa e na divagação, como as trevas que anunciam a chegada da madrugada, relembramos tempos já vividos.

Sombras sonolentas invadem corações enfraquecidos fazendo-os bater num doce balanço.

Com a madrugada veem as meditações, as angústias e a sensação de que temos mais do que precisamos e menos do que queremos.

O encontro de pensamentos dão a certeza que vivemos de teorias, de muitas fantasias, e que pouco pode ser justificável.

Quando do recolher das estrelas nas horas avançadas das madrugadas, elas, sorrateiramente, tal lanterninhas coloridas, perdem-se no horizonte.

Aquela nuvem teimosa e indiscreta reflete no riacho de águas tranquilas, toda sua beleza e encanto.

Que nada se perca, nem a paz, nem a quietude dessas noites calmas e de infinita doçura, pois com elas pedaços dos sonhos são recompostos e nesse reencontro apenas está presente... O silêncio!

 

 

 

 

 

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