Ao olhar para o céu, tantas recompensas temos, tudo que de mais lindo lá está.

Se olhar fixamente verá por entre as nuvens muitos anjos que em coro cantam lindas canções.

Até parece que podemos alcançá-los e tocar em cada um com a ponta dos dedos.

No entanto, quando desviamos nossos olhares eles desaparecem como que por encanto.

É no anoitecer que luzes em profusão faíscam ali e acolá, e aquela flauta ouve-se com aqueles sons penetrantes, suaves que coroam o espaço.

Como plainam nos ares as aves, como procuram seus ninhos, como buscam abrigos por entre os grossos troncos do arvoredo.

Curvemo-nos ante aquela florzinha no rochedo, solitária, agarrada para não cair no regato com dobras que serpenteiam pelos caminhos.

Nada desmorona porque o epílogo é de encantamentos, de sopros, de vidas, de sublimes vontades de construir encantamentos e vidas.

Nas tardes mais amenas esperam as estrelas o anoitecer para que possam brilhar e chegar até os corações.

Perdoem-me se neste momento as saudades sentidas trazem tudo de bom.

Que perfumes consigam repassar os aromas mais puros, levando com certeza até os poetas os mais lindos versos de amor!

 

 

 

 

 

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