Naquele bosque perfumado, numa tarde sombria e triste, um vulto por acaso apareceu por entre as brumas e as pedras toscas do caminho.

Ao aproximar-se, viram-se lágrimas que deslizavam pelas faces pálidas ou desbotadas pelo tempo.

Cada gota seguia um caminho e suavemente alojavam-se no coração onde encontravam guarida.

Como podem as lágrimas falarem, dizerem dos sonhos que não foram vividos, dos anseios que não foram sentidos, dos caminhos não seguidos, dos amores não vividos?

Parece mais e mais que o ciclo da vida não foi cumprido.

Na sombria figura solitária que dispersava pensamentos e não revelava o que na alma sentia, mais parecia a falta de êxtase e de um amor que embriagasse com carinhos aquela alma sofrida e triste.

Não divague, não se desvista daquelas brumas do passado, deixe no esquecimento as lembranças.

Lágrimas são como as gotas do orvalho que aos primeiros raios do sol esvanecem, evaporam, se vão.

Naquele entardecer, as doces vozes ouvidas nos céus são dos anjos que no firmamento dançam com todas as estrelas.

Escute o canto da passarada, deslumbre-se com este alvorecer mais lindo e deixe a nostalgia para lá, porque valem mais as flores e seus perfumes, os mares com suas vagas, e os amores imortais!!!

 

 

 

 

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