UM CÃO, UM HOMEM... AMOR IMORREDOURO!

 

 

 

 

 

 

 

Se da vida muito esperamos, no decorrer dela encontraremos tantos e tantos contrastes que nunca imaginamos pudessem existir.

Naquela penumbra da sala com janelas cobertas por finas cortinas, réstias de luzes ultrapassavam as venezianas que entreabertas mostravam um jardim muito florido, alamedas com azáleas, alguns arbustos e acolá dois pinheiros altaneiros, estendendo seus braços para o céu.

Na complicada calma que revelava prenúncio de uma tormenta sem rumo, mas, com um fim que é buscar naquele momento senão o sono do esquecimento, da calmaria para a inquietação?

Quando do aprofundamento no mundo da obscuridade, adormece-se, tendo como pano de fundo uma mente que não repousa e como se fora um ataque do inimigo, salta para a realidade.

Como disse o poeta... ”senhor dos desgraçados”, lança neste instante a flecha da esperança, porque no drama o patrimônio é dos divergentes.

Que não se percam em olhar para a beleza do céu sempre resplandecente, que não se perca de vista jamais, aquele lençol prateado da Lua cheia e que faz povoar aqueles sonhos coloridos ora destruídos pela injustiça, pela falta de amor.

Na fogueira que expele chamas crepitantes para o ar, vagarosamente como que num balé de fantasias, aspira-se felicidade, chuvas de esperanças, raios de Sol.

Então, luzem estrelas no firmamento e mágicas mãos veem abraçar não só a solidão, mas toda a afeição existente nos corações.

E, quando juntos, vida e amarguras entrelaçam-se, aquele nó forte dados nos momentos de felicidades desaparecem como por encanto.

Na noite simbólica nada mais resta do que afirmar que injustiças existem, e em cada camada de luz que lá fora brilha, há um imorredouro adeus.

 

 

 

 

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