Num sábado com um friozinho característico das tardes curitibanas, recebi em minha casa a visita de dois amigos, sensacionais. Clodoaldo pai e Clodoaldo, filho.

No mundo de tantos enigmas, há reajustamentos de fatos para nós ainda incompreensíveis, mais parecendo que há uma dignificante dramatização de vidas, podendo ou não haver solução, pois pelo que se deduz, tudo pode ser construído pelo destino, por forças superiores, pelo Cosmo, e, por nós.

Tem-se vida e parece que caminha-se incessantemente em busca de alguma confirmação, onde os traços e itinerários, ou desígnios de Deus, são recebidos com sabedoria e responsabilidade.

Que dizer do espírito e das almas que não são miragens, mas realidades que reconciliam-se mutuamente?

Num momento, Clodoaldo, o filho, na sua forma marcante de se comunicar, começou a escrever numa folha de papel, assim permanecendo por alguns minutos concentrado naquilo que produzia graficamente.

Perguntei-lhe: que está escrevendo?

A resposta imediata... Uma poesia!

Eis agora sua forma de expressão e de comunicação, para dizer dos seus sentimentos, das suas preferências, do seu amor, nesta poesia singela e pura.

 

 

FALANDO DE AMOR

Autor: Clodoaldo Turbay Braga Filho

 

Sou do signo de Leão

No chinês Dragão

Apaixonado pela minha namorada

maravilhosa, gostosa e linda

 

Sou um Príncipe e romântico,

Morro de saudades da ausência dela

Tenho outras preferências, comer macarrão, e

assistir novela: O Beijo do Vampiro

 

Adoro as músicas românticas

Como do Sidney Magal

Pra dizer a minha namorada

Que é a mais bonita de todo este mundo!

 

 

Assim, encantada fiquei com aquele rapaz tranquilo, revelando com candura seu amor , confirmando que estando todos num mundo onde as lâmpadas do saber distribuem luzes para cada um de nós, capacitando-nos individualmente, ele é um predestinado.

Falando de amor, foi de uma pureza incrível. Da saudade, como se fora uma ventura e, talvez aquele rosto ou aquela presença veio em forma de recordações.

Brotou nele aquilo que notamos quando as aves param de cantar, quando o vento ameno deixa de soprar, quando na amplidão dos sentimentos estes palpitam fortemente, daí sim, temos a certeza que altares adornados com alvas flores querem no silêncio dizer que todos embalsamam nossos corações.

Como não dizer que ele gostaria naquele momento, de distribuir pétalas de flores para a amada, mas certamente, espargiu reflexos de ternura e de muito amor!!!

 

 

 

 

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Fale com a autora:  lyzcorrea@hotmail.com


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