Contemplar um rosto, um corpo é fixar os olhos em alguém.

Afagar um corpo morno é protegê-lo, deitá-lo em finos lençóis de cetim.

Na madrugada quando brilham as estrelas azuladas, elas teimam em transpor o espaço, e assim pode-se afirmar que bendizemos o Céu, a Terra e o Mar.

O que são os sonhos que num rompante chegam á realidades nem sempre sublimes?

Em tudo há súplicas de amores divinais que consagrados ou não, são como aquela luz que irradia e transpõe fronteiras.

Caminhar é pisar de leve na relva com pés descalços para não macular seu viço e frescor.

O homem é sábio, tem sensibilidade, luta pela sobrevivência, e, assim tenta transformar-se para sobreviver como um ser transcendental que ancora num único local: o coração!

Os iluminados, ensinam, mas também aprendem e como aquela estrela cadente, caminha pelo espaço em busca do nem sei o que.

Ao baixar a máscara, surge o ser espiritual que vaga como uma nuvem rósea pelo Universo e que sinfonia de sons, de imagens, de cores... aparece... o homem é assim... ÚNICO!

 

 

 

 

 

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