Todos dizemos que amamos a vida.

Amamos sim, ao olhar nos olhos puros das crianças, ao ver o sorriso nos lábios dos enfermos que esperam a cura, o esforço descomunal dos que não andam, não falam, não vêem para continuarem a viver com dignidade, alegria, tendo um trabalho, uma função nas comunidades familiar e social.

Quando passamos por jardins cobertos de flores, quando pisamos na relva aveludada, quando sentimos o vento em nosso corpo e rosto, quando levantamos o olhar e vemos os passarinhos naquele céu mais azul e lindo que podemos pensar?

Que sentimos no amanhecer ensolarado de cada dia, onde felizes vemos o despontar da aurora e depois, esperamos pelo crepúsculo quando as luzes da cidade incendeiam de cores o asfalto, e a noite enluarada e cheia de encantos extasia e faz surgir a fantasia?

Mas nem tudo são belezas, pois há os momentos em que olhamos para as flores que murcham as auroras sem claridade e brilho, o céu escurecido com negras nuvens a percorrerem o espaço enfurecidas.

Nem mais a Lua trás seus raios prateados, nem o Sol os seus dourados e quentes.

A vida é bela com o gargalhar dos adolescentes que descontraídos, descuidados vivem seus dias na ilusão do amor, na esperança de um futuro radioso e progressista, a vida é assim uma eterna festa.

Quero dizer que no colorido visual da meninada, constantemente sonhadores e contestadores, está a esperança de um futuro abençoado, eterno e repleto de glórias.

Nesta miscelânea de bens, de verdades, de vontades na luta intensa pela vida, há espetáculos de quadros variados como se o mundo fosse um grande teatro a céu aberto, debatendo-se quando na revolta ou dançando na alegria e, felicidade, segue seu destino.

 

 

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