Pétalas, quando esparramadas pelo chão, são levadas pelo vento não sabemos onde irão parar.

Não caminham sozinhas, são acompanhadas pelas sementes pródigas que caladas, em sono profundo, juntam-se à terra úmida e benfazeja.

Admirar plantas, flores, é uma dádiva e, no processo de uma colheita, deve-se observar se estão
maduros, prontos para enfeitarem ambientes.

Passam-se horas e dias, surgindo novamente o Sol num horizonte longinquo, trazendo alegrias, vida, é o renascer.

Aquelas sementes ora plantinhas frágeis, em breve se transformarão em belas espécimes, embelezando vales, montanhas, jardins, altares e, toda a natureza.

O Sol adormece. Aproxima-se a madrugada.

Cala-se o mundo enegrecido. Apenas a lua crescente, pálida, frágil, tal criança indefesa,ilumina.

Mais um dia que passa.

Explode em claridade o mundo recoberto está de flores aveludadas, perfumadas com os mais puros dos aromas.

Reconstruídos os ambientes com alegria, vivacidade e próximos da perfeição, olhamos para o tempo, para o retorno, esse o momento do pensar, do refletir.

Para isso, nada melhor que estarmos rodeados de flores, porque quando nossos pés suavemente tocam as pétalas debruçadas ao chão e alcançam os tapetes multicoloridos forrados e bordados por mãos de fadas, daí sim podemos dizer: "Eu vivo!

 

 

 

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Fale com a autora:  lyzcorrea@hotmail.com


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