Quando visito o site A Gralha Azul para reler o que escrevi e nele postei, a intenção é mostrar ao mundo deste lado do Universo o que uma pessoa comum pensa.

Quando recordo os anos e anos passados dentro de uma sala escolar com aquelas criaturinhas pequeninas, depois com adolescentes e adultos que buscavam respostas naquele pequeno espaço físico, vejo que em muitos havia doação, aquilo como que um sacerdócio, penso... quanta abnegação!

Quando as notícias estampadas na mídia relatam agressões aos mestres, uma tristeza imensa invade a todos, porque para cumprir um trabalho junto aos que buscavam o desenvolvimento e o crescimento intelectual, moral e físico entre tantos outros, os profissionais da educação procuram promover sempre com muita dedicação.

Quando abro as páginas de um jornal e vejo que a educação nos lares acabou, onde a violência aos menores é frequente, o abandono em larga escala, concluo porque se delega às escolas e professores a tarefa de instruir, educar, oferecer valores, princípios e regras, antes trazidos dos lares.

Onde vamos com tanta delegação aos mestres cujas tarefas exigem muito mais que capacidade profissional, mas ser polivalente?

Crianças são como rouxinóis implumes que sozinhos não sabem caminhar. São como aqueles botões em flor que com o vento, tentam não ruir no chão.

Na falta de amparo sem um guia, tudo que poderia resultar em perfumes e venturas, podem amargar realidades tristes, temos que mover conceitos e nas voltas que o mundo dá, acompanhar com apoio de todos aqueles que na busca do crescer, esperam raios dourados no amanhã.

Nos encantos da vida não podemos deixar desmoronarem anseios, desejos, ilusões e quando vierem as tardes e noites amenas das despedidas do recanto do saber que se tenha recordações daquele passado não tão longínquo, mas que lembremos com saudade e sintamos suaves perfumes daqueles momentos das poesias e das canções.

No balouçar suave das bandeiras e ao som do hino pátrio como promessa de um porvir repleto de conquistas, de felicidades e de emoções, curvemo-nos.

Que se tenha naqueles quadros de flores a imagem dos mestres e que resplandeçam no nosso céu todo azul as vozes dos nossos alunos nunca esquecidos.

Em todo anoitecer quando as estrelas começam a brilhar, aquele plangente repicar de sinos que ouve-se ao longe, traga o eflúvio santo das venturas e voltem sempre em forma de uma linda canção!

 

 

 

 

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