Como não acreditar que palavras digam tudo que alguém não teve a coragem em revelar pessoalmente?

Como não acreditar que a cada passo, a cada salto, conquista-se o que idealiza-se ou sonha-se.

Como não acreditar que bem longe ou perto, alguém está a nos esperar.

Como não acreditar que lições de amor não aprende-se na escola, mas com olhares, no toque das mãos, no suave rolar das faces, no beijo tão sonhado e dado.

Como não acreditar que se com tudo isso não aprende-se a amar, foi porque deixou-se de crer na intuição, na sedução, na falta de aproximação.

Como não acreditar que a cada recomeço, passos e passos foram dados, lições e lições foram apreendidas, impulsos liberados, seria como o doente em busca da cura...

Como não acreditar que existem tropeços, obstáculos que colocados de lado, liberam o caminhar para a felicidade?

Retiradas todas as pedras dos caminhos à frente tem-se aquele amanhecer mais lindo, aquela réstia de luz a iluminar e duas mãos a procurar as suas.

Como não acreditar que aquelas mãos o guiarão para a plena felicidade e que juntos irão em busca de um só objetivo: a felicidade, a perpetuação de um grande amor?

Como não acreditar que nos céus, anjos com suas flautas mágicas, trazem até os ouvidos os sons mais puros que inundarão os apaixonados e quando aquele beijo terno e suave se transforma em turbilhões e inunda cada ser?

Como não acreditar na força das mãos entrelaçadas, nos olhares ternos, nos corpos e lábios unidos?

Como não acreditar? Acredite!!! Acredite!!!

 

 

   

 

 

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